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1 comments | Segunda-feira, Setembro 07, 2009



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0 comments | Terça-feira, Setembro 01, 2009

Para os amigos que volta e meia nos seus caiaques, deambulam pela Albufeira de Castelo do Bode, aqui fica um endereço que achei oportuno publicar.


Além de falar da sua história e das suas características, este blog conta-nos ainda a possível origem do nome "Castelo do Bode".Segundo alguns populares mais antigos, quando alguns engenheiros realizavam o estudo da bacia, e que, por mero acaso viram uma pedra que tinha um castelo e uma cabeça de um bode desenhada, começaram a pedir opiniões sobre a denominação da barragem, tendo ficado o que a pedra sugeriu.








0 comments | Sexta-feira, Agosto 21, 2009

Chegou-me este e-mail que publico aqui. Vamos a isso...

Vivemos num país repleto de belas paisagens mas, infelizmente, todos os dias vemo-las invadidas por lixo que aí é ilegalmente depositado.
Nas cidades, nas praias, nos montes, em todo o lado, é frequente vermos as desagradáveis lixeiras.
Partindo do relato do projecto desenvolvido na Estónia em 2008, disponível no YouTube (
http://www.youtube.com/watch?v=T7GzfMD6LHs), onde um grupo de pessoas se juntou para limpar o país em apenas um dia, decidi lançar-nos o mesmo desafio.
Este mail serve para lançar este desafio, num projecto que é de todos:
"Limpar Portugal!"
Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível. O objectivo é juntar o maior número de pessoas por concelho ou por zona geográfica, para que todos juntos possamos, durante um dia das nossas vidas, fazer algo de útil por nós, pelo planeta, e pelo futuro dos nossos filhos.
Certos de que muito ainda há a fazer, toda a ajuda é bem-vinda! Quem quiser ajudar, basta juntar-se ao projecto no endereço
http://limparportugal.ning.com, e integrar o grupo da região onde reside, ou da região que gosta mais.
É nesta rede social e na página oficial do evento
http://www.limparportugal.org (ainda em construção), que se vai dando conta dos desenvolvimentos do projecto.
No dia 31 de Outubro, por um dia, vamos fazer parte da solução deixando de ser parte do problema.
Limpar Portugal? Nós vamos fazê-lo! E tu? Vais ficar em casa?"
http://www.youtube.com/watch?v=T7GzfMD6LHs
http://limparportugal.ning.com

0 comments | Sexta-feira, Julho 24, 2009

O seguimento natural da vida...

0 comments | Quarta-feira, Junho 17, 2009

Hum... não me parece!

0 comments | Segunda-feira, Maio 25, 2009

O tempo disponível não tem sido muito. A vontade de escrever também...
Resta-me desejar uma boa semana a todos os meus amigos.

0 comments | Segunda-feira, Abril 27, 2009

Cortes
Os cortes são representações convencionais destinadas a clarificar a representação de peças com elementos ocos, permitindo uma mais fácil leitura por evidenciar qual é a zona oca dentro da peça.
MORAIS, Simões (2007). Desenho Técnico Básico. Porto Editora, Lda.

0 comments | Sexta-feira, Abril 17, 2009

É o ser humano um eterno insatisfeito?

0 comments | Sábado, Abril 04, 2009



0 comments | Sábado, Março 14, 2009

aqui e aqui tinha falado da Estância Vodafone. Mais uma vez fui “matar o vício” do esqui... foi mesmo só para tirar o bolor ao fato. A neve até não era má de todo, após ter nevado a semana passada. A atitude dos colaboradores da estância é que já não foi a melhor. Após ter falado bem destes tipos em comentários anteriores, sou obrigado a revelar que, desta vez, só me podem ter calhado os Grunhos todos de uma vez. A começar pelo puto que me veio entregar uns ditos esquis todos “mamados” com falta de arestas e mesmo um pedaço da lâmina, que deve ter ficado agarrado a algum calhau. Devolvi imediatamente os esquis. Seguidamente, apanhei outro Grunho, devia ser o mentor de toda aquela “tropa” uma vez que aparentava ser o mais velho (arriscaria uns 45 anitos de boa vida). Olhava para mim, e em vez de perguntar se podia ajudar, continuava a colocar umas botas em cima da mesa para a grande enchente que se avizinhava, num dia de semana!!. Tive de perguntar se no aluguer estava incluída a afinação dos esquis! Passada a aventura inicial, estava pronto para brilhar nas pequenas pistas da nossa Serra... O bom, é que acabo sempre por me divertir e conhecer alguém, e no fundo é sempre um dia bem passado.

Resumindo, os tipos da Turistrela não investem nem em material nem em bons modos (educação), o que não revela a mínima consideração pelos clientes, por quem lhes paga. Quem pensar vir esquiar para estes lados, deverá possuir todo o material, senão... grama com o que há, que não é bom. É mau.

No final do dia, aquando da devolução do forfait saiu-me na rifa o Grunho das afinações... nem obrigado disse. Enfim. É o esqui... é a adrenalina. Onde é que já li isto?

(Lua sobre o Cântaro Magro)

0 comments | Quinta-feira, Março 05, 2009

Perspectiva

A palavra perspectiva vem do latim - Perspicere (ver através de). Se te colocares atrás de uma janela envidraçada sem te moveres, e se riscares no vidro o que estás a ver "vendo através da janela", terás feito uma perspectiva; a perspectiva é a representação gráfica que mostra os objectos como eles aparecem à nossa vista, com três dimensões.

Clica aqui e aqui para saberes mais.

Foto: Wikipédia

2 comments | Domingo, Março 01, 2009

Há já algum tempo que pretendia conhecer a Sierra de Bejar- La Covatilla e a região envolvente. Pareceu-me ser este o timing adequado, tanto por questões profissionais como pelo facto dos meus dois pequenos já serem maiores e eu começar a sentir necessidade de lhes ir moldando um pouco os gostos!

Em relação à serra, propriamente dita, esta não é mais que uma Serra da Estrela um pouco mais alta. Há quem diga que é a irmã da nossa serra, não só por ter as mesmas características físicas, face ao tipo de solo onde o granito impera, como uma fauna e flora semelhantes.

Em resumo, La Covatilla é uma serra fantástica, enquadrada por magníficos vales e uma fauna e flora abundante e luxuriante.

Quanto à estância de esqui propriamente dita, todas as pistas estavam abertas e o atendimento por parte dos colaboradores é exemplar. Parece-me ser uma mini-estância de esqui muito agradável, para quem quer “matar a fome" de neve. É sem dúvida alguma superior à da nossa Serra da Estrela; Covatilla começa onde a Serra da Estrela acaba, nos 2000 metros de altitude e prolonga-se aos 2369m. De salientar a tela transportadora na zona de aprendizagem, muito útil para a pequenada, que ainda tem alguma dificuldade nos Tele-skis (puxa rabos). La Covatilla revela algumas limitações, sobretudo

aos fins-de-semana aquando duma maior afluência de utentes, face aos parcos meios mecânicos de que dispõe, sobretudo no que toca à tele-cadeira, que revela ser insuficiente, o que origina enormes filas com um tempo de espera de cerca de 20 minutos. Sofre dos mesmos males da nossa serra, ou seja: é uma serra pequena e situa-se relativamente perto do oceano atlântico. Contudo, nota-se um grande esforço por parte dos colaboradores daquela estância em fazer algo de positivo. É uma mini-estância muito agradável que me surpreendeu bastante. Outro item que me agradou, foi a ausência de lixo no chão. Fiquei sem saber se são os colaboradores da estância que o recolhem do chão ou se são os utentes que têm mais cuidado... Hum!

Em resumo, muitíssimo bom tendo em consideração a distância a Portugal, as acessibilidades e os serviços prestados. Sem dúvida a repetir, mas não no Carnaval.



0 comments | Sexta-feira, Fevereiro 27, 2009

Entrei na água em 2009, nesta que foi para mim a primeira autonomia em caiaque com os Amigos da Pagaia. Conseguimos reunir 15 pessoas cheias de boa disposição, sem medo do frio e da grande amplitude térmica que se fez sentir.

Iniciámos o percurso em Foz de Alge, local este já do meu conhecimento (recente 5º aniversário do Fórum), passámos por Dornes e terminámos no Centro Náutico do Trízio.

Em Dornes, paragem técnica. Almoçámos e atacámos no Licor Beirão, pois parece haver entre os convivas uns recentes viciados neste néctar. De seguida, e após forças retemperadas, caiaque à água e até ao Trízio, que se faz tarde.

Esta albufeira tem paisagens que são um encanto, sendo conveniente frui-las do melhor ângulo possível, isto é, ao nível da água.

Já no Trízio, e findo a montagem do meu novo Iglo de verão, que aliado ao meu saco de cama de origem duvidosa, me proporcionou um bater de dente que foi um delírio, esperavam-me dois belos manjares para retemperar forças. O meu petisco e a massada do BigMCcool, pois aquelas saquetas dão uma excelente refeição calórica para duas pessoas e, para além disso, o próprio também deveria ter algum cuidado com a alimentação, caso contrário arriscar-se-ia a ter de entrar no seu (pequeno) Goltziana Piranha com a ajuda de uma calçadeira!

Seguiu-se aquela fogueira enorme perto da água de onde ninguém arredava pé. Quanto a mim, bem que colocava umas brasas dentro do saco cama...

No segundo dia... irra que se faz tarde, toca a acordar e levantar, pois o dia previa-se longo. Já o pequeno-almoço pesava no estômago quando consegui arrumar tudo de volta no caiaque. Alto, e pára o baile... correcção, melhor caiaque do mundo. Ainda tive tempo de cheirar as torradas matutinas do Pedro a da Isabel e zarpar rumo ao Penedo Furado com paragem (novamente) técnica no Lago Azul, onde alguém resolveu comprar um guisado de bactérias, que como dizem os espanhóis “estaba que te cagas!” Não levar à letra... ou será para levar?!...

Chegados ao Penedo Furado, fui o cicerone de serviço, tendo tido a honra de guiar os interessados pelo percurso pedestre amplamente anunciado no fórum.

Por fim, partimos rumo à Bairradinha, onde já tínhamos os carros à nossa espera. Não é por nada, mas quer-me parecer que esta é sempre a pior parte dos encontros... até uma próxima, amigos.


4 comments | Sexta-feira, Fevereiro 06, 2009

Graças ao colega Hélder, pude observar Loriga realmente bela. Infelizmente no tempo que lá passei, nunca nevou como agora... enfim. Que saudades. Obrigado Hélder. Bem-haja aos amigos que por lá deixei.


Em cima, podem observar a escola onde tive o prazer de leccionar no ano lectivo de 06/07.
Como está bonita!


Fotos: Hélder Madeira

1 comments | Quarta-feira, Dezembro 31, 2008

0 comments | Quarta-feira, Dezembro 24, 2008

O blog milRotas aproveita para desejar a todos os visitantes e amigos, um Feliz Natal.

1 comments | Segunda-feira, Dezembro 01, 2008

aqui tinha alertado para as condições da água no Aquapolis em Abrantes. Recentemente pude observar que a central elevatória nas Barreiras do Tejo, nem sempre funciona e são muitas as vezes que os esgotos são lançados no rio, contribuindo deste modo para a qualidade da água da praia fluvial que numa qualquer “Passos do Concelho” do passado ano, Nelson de Carvalho diz: “Praia fluvial! Eu usufruo...” Assim sendo, sinto-me muito mais descansado e tentado a entrar na água...dentro do caiaque, claro!


0 comments | Domingo, Novembro 09, 2008

Relativamente à manifestação de chantagistas, digo-vos que sinto uma tremenda mágoa após ouvir as palavras da tutela, na pessoa da Exma. Ministra da Educação de uma nação que caminha a passos largos para o fascismo. Então a dita senhora não afirmou ontem no Telejornal do Canal 1, que estávamos perante um grupo de chantagistas medrosos manipulados pelos sindicatos!? Brincalhona...
É inadmissível que a mesma senhora tenha vindo a público para falar de um conjunto de barbaridades e mentiras. Alguém lhe devia ter cortado o tempo de antena, pois esta senhora, não é boa gente.
Relativamente à PSP é lamentável que até esta “recebeu” ordens para não avançar com números, quanto à dimensão da manifestação.

Já agora, o Anónimo de Coimbra deixou este comentário no Público on-line, que transcrevo na íntegra.


“Anónimo, Coimbra

Porque é que ninguém diz que os professores sempre foram avaliados? Recordo que já tiveram de prestar provas públicas (em Coimbra decorriam na Universidade, perante um júri a quem era reconhecida competência, constituído também por professores universitários da área disciplinar do avaliado) e nunca houve manifestações por causa de tal. Alguém acredita que numa classe profissional de cerca de 140000 profissionais, mais de 100000 se manifestam apenas porque os sindicatos querem? Ninguém é capaz de reconhecer que os professores também pensam, ou julgam que todos se licenciaram ao Domingo?”

0 comments | Terça-feira, Setembro 23, 2008

É já no próximo fim-de-semana o V aniversário do Fórum Amigos da Pagaia. O local escolhido (posto à votação) foi Foz de Alge. Aqui se juntam o rio Alge e o rio Zêzere, sendo o primeiro um afluente do segundo.

Foto: Susana Mota

Segundo o AC

Tipo de festividades: “dando-se preferência ao convívio e à camaradagem, (permitindo a participação da restante família não kayakista), metendo no entanto também no programa um pequeno passeio de kayak (nem que seja para desmoer dos comes ou para tentar mais uma vez convencer a restante família a andar de kayak).”

O passeio será para jusante, até Dornes, com visita à vila, seguido de almoço. Regresso ao parque, com jantar, grelhada e festa.

É de esperar, portanto... muita animação e boa disposição.

1 comments | Sábado, Agosto 23, 2008

Muito já se escreveu sobre esta barragem, eu próprio revelei a minha preocupação aqui.

Cedo me mostrei contra a sua construção à cota 31, 30, ou mesmo 29, por variadíssimas razões. Lançado o concurso à cota 31 e posteriormente emendado para a cota 24, cedo se concluiu a tremenda trapalhada no que toca à planificação deste projecto. Reduzir a cota de 31 para 24 metros inviabiliza a produção de energia eléctrica e obviamente não estou a ver nenhuma entidade a pegar nisto. Claro está que, a esta cota (24), já não estou a ver grandes opositores à construção da mesma, seria proveitoso até para o executivo da CMA, no que concerne a eventuais indemnizações pela inviabilização do açude insuflável, ou mesmo pela anulação dos elevados custos de manutenção que esta obra acarreta. Seguramente, também quero o melhor para o meu concelho e assim sendo porque não. Esta solução, (cota 24), iria resolver todos os nossos problemas, mas... quem constrói deve tirar rendimentos e não os havendo... mais vale ficar quieto.

Quanto ao açude, propriamente dito, não seria melhor o raio de uma ponte açude, como a de Coimbra, por exemplo, mas na freguesia do Tramagal? Estendíamos o plano de água até esta vila, que muito esquecida tem sido, obtínhamos a tão aguardada ponte, e eliminávamos a tão elevada manutenção das borrachas da Michelin... Na altura da planificação, é que era de usar a molécula, agora ..ja na mão e deita fora... Enfim, só trapalhadas.

0 comments | Terça-feira, Agosto 19, 2008

Não consigo esconder o desalento que sinto neste momento por ouvir as palavras de alguns pseudo-atletas que justificavam assim os seus fracos resultados, obtidos nos Jogos Olímpicos de Pequim “Que me desculpem...mas eu não nasci para me levantar tão cedo...a esta hora eu estava bem era na caminha ou “bloqueei, quando vi o estádio cheio de público” ou mesmo “Em Pequim, a poluição é horrível” Já outra atleta confessara que sentiu que estava a combater contra 4 (o adversário e os três juízes), tal foi a injustiça. Coitadinhos! Gente desta natureza deveria ter vergonha de mostrar o BI, de nacionalidade portuguesa.

Bem... a derrota e as frases ditas a quente, devem ser compreendidas, mas antes de serem pronunciadas devem ser ponderadas! Se esses amantes da caminha pensassem um pouco mais e se calassem, ganhavam, muito, mas mesmo muito mais com isso.

Só uma aparte. Mas afinal onde está o povo “herói do mar, nobre e valente”...

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Hoje ao abrir a correspondência dos Serviços Municipalizados de Abrantes, observei com atenção a factura/recibo que acabara de receber. Fiquei perplexo com a quantidade de tarifas que aquele organismo inventara (imagem em anexo). Será isto digno? Indecente no mínimo, para não chamar mais nada.

Se querem taxar a água correctamente, porque não escalonar o preço da água em função do número de elementos que residem em cada habitação. O tarifário normal não tem em conta a dimensão das famílias numerosas, prejudicando os consumos mais elevados por residência. Esta política faz com que paguem mais, não os cidadãos que esbanjam, mas sobretudo as famílias mais numerosas. Considero que, este seria o modo de combater o desperdício de água de forma sensata.
...mas por enquanto, fiquemos com as tarifas disto... tarifas daquilo. Haja decência.

Sem querer acabei de lhes dar mais uma ideia, para outra tarifa...


0 comments | Segunda-feira, Agosto 11, 2008

Ao preço a que está o combustível, vi-me obrigado a adquirir um iate. Não daqueles que pagam combustível ao preço a que pagam os armadores para a sua frota de pesca, mas sim daqueles que não pagam mesmo nada pelo próprio.

Por altura da descida de Vila Velha de Ródão, e desde que contemplei o SeaYak do Mistral, disse para comigo “ É mesmo esta máquina”, referindo-me à estética da mesma. Após chatear todos os companheiros AP’s no passeio com as minhas incessantes dúvidas técnicas, por fim, cheguei à conclusão que era o barco ideal, atendendo às minhas proporções... e não só.

Falemos então agora das suas características:

Material: HTP
Comprimento: 4,90m.
Largura: 0,58m.
Poço: 0,88m.
Peso: 28Kgs.
Carga: 120Kgs.

Sendo um must da marca, logo me apercebi que tem agradado a muita gente por esse mundo fora. Estamos perante um kayak de mar de elevada estabilidade, tanto primária como secundária (primária – enquanto parado, secundária – em movimento). Pude comprovar hoje que até em paralelo relativamente à ondulação, mantém facilmente a estabilidade. É também bastante manobrável e rápido quanto baste. No que toca a direccionalidade, a mesma é sofrível com vento de popa ou lateral (sem recurso ao leme). Tendo utilizado um outro SeaYak emprestado pela Skiworld sem leme durante um mês e meio, concluo que é um modelo a nunca comprar sem o respectivo leme. O poço, esse é adequado a pessoas de média e pequena estatura e, para além disso, apresenta um banco muito ergonómico e confortável repleto de afinações. Denota uma razoável capacidade de carga para autonomias. Quanto à qualidade dos acabamentos, irrepreensível, numa só palavra. Parece-me, portanto o kayak adequado para mar, autonomias, rios e grandes planos de água.
Nota: O SeaYak foi baptizado com uma bebida energética. Obviamente tem de voar bem... ;)


0 comments | Sexta-feira, Agosto 08, 2008

Depois de entrar na produção de jogos de computador, George Lucas prepara-se agora para estrear mais um filme da saga StarWars. Desta vez todo ele em animação computorizada, o filme aborda um importante período temporal desprezado, entre o episódio II e III conhecido como “The Clone Wars”.

Nova oportunidade para rever Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi, Padmé Amidala, e também Palpatine, Count Dooku e General Grievous.

A estrear na América a 15 de Agosto. Cá no burgo teremos que aguardar para o fim do verão.
Trailer de cinema, clicar aqui.

0 comments | Quinta-feira, Agosto 07, 2008

Siimm, fui hoje buscar a minha embarcação novinha em folha :) Agora vamos ao baptismo.

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Anda um tipo a trabalhar um ano inteiro para isto! Até nem foi mau. Soube a pouco, mas foi muito bom, então o quarto em cima do mar... só faltou mesmo o escorrega directo da varanda para a água. Os pequenos adoraram e já querem regressar à “ota casa”. Até eu, ia de bom agrado para lá outra vez... enfim!

E perguntam vocês. O que é que esta foto tem a ver com o mar? Tem muito...

Serra da Estrela

0 comments | Quinta-feira, Maio 29, 2008

Logo pela manhã do dia 24 de Maio, sábado, pelas 8 horas, enquanto esperava pelo Paulo da SkiWorld, pude apreciar devidamente a bela chuvinha que S. Pedro fez questão de nos enviar e que só parou no momento que chegámos a Vila Velha de Ródão, como que a convidar-nos a entrar na água, com as nossas embarcações.

Foi o dia em que testei o Prijon Touryak, que afinal nem aqueceu o lugar, uma vez que me decidi ficar com um poderoso Prijon Seayak. Não é que o Touryak se tivesse revelado um mau kayak, gostei bastante do barco e da maneira como tocava a água, mas... escolhi o Seayak dado as suas dimensões serem mais adequadas às minhas e as suas linhas serem mais esguias e interessantes.

Logo pela manhã, após o café servido pela Dona Isabel e a boa conversa matutina, entrámos na água já eram umas 10 horas. Iniciámos o percurso em Vila Velha de Ródão (bom acesso à água) e fomos descendo nas calmas, de máquina fotográfica em punho. Passei ao lado das portas de V. V. Ródão e bem no meio dos imponentes penhascos que parecem querer fechar o Tejo. A chuva ameaçava, mas tardava em cair, e lá íamos nós, Tejo abaixo, a contemplar a maravilhosa paisagem. Desde Grifos, Cegonhas e comboios, foi possível ver de tudo...

A companhia foi bastante agradável.

Duas horas e meia mais tarde, parámos numa pequena rampa de acesso à água utilizada por pescadores de lagostim de água doce para o merecido almoço. Tivemos direito a mesa e tudo, a rapaziada da pesca amanha-se bem... utilizámos a mesa deles. O chato foi que enquanto uns comiam sandes... outros efectuavam a comidinha na hora... não foi Pedro? Bolonhesa!

Fomos apressados pelo S. Pedro a entrar na água, uma vez que choveu, a bom chover, logo a seguir ao almoço e o vento que se fazia sentir originou umas valentes ondas, o que foi óptimo para testar melhor o Touryak nestas condições.

Um pouco mais a jusante, já o vento e a chuva acalmavam, estávamos a entrar numa ribeira que serpenteava à nossa esquerda. É sempre giro seguirmos estas linhas de água até não dar mais, ou porque acaba a área navegável, ou encontramos um obstáculo. Enquanto descia, reparava nas inúmeras armadilhas de lagostim de água doce talvez para exportação, ou para transformar em “Delícias do Mar”! Fomos navegando e apreciando a paisagem, explorando todas as pequenas linhas de água que se nos deparavam. Foram várias as vezes que o comboio da linha da Beira Baixa se cruzou connosco, pois a linha passa mesmo ao lado.

Ao chegarmos ao Fratel, fomos surpreendidos por uma saraivada de granizo. Estava eu a experimentar o Seayak do Victor, quando tive de dar meia volta e correr a procurar um abrigo… enfim, ossos do ofício.

Resta agradecer aos companheiros e Amigos da Pagaia, todas as dicas e orientações que me deram, tanto nas orientações para a escolha do barco como nos conselhos técnicos.

O dia seguinte foi um percurso elástico com início na Barragem de Belver – Barca da Amieira – Barragem de Belver. Infelizmente não dispunha deste dia, pelo que fico por aqui.
Nesse dia, tive todo o gosto em dirigir-me ao Parque de Campismo da Ortiga
, onde me despedi dos colegas de percurso.

Para o ano há mais...



0 comments | Domingo, Maio 18, 2008

“Portas de Vila velha de Ródão... Penhascos majestosos e imponentes, parecendo querer fechar o Tejo com os seus guardas alados, espécies raras e belas, lugar de paisagem natural.
Quem nunca ouviu falar neste Tejo?”

A próxima actividade dos amigos da pagaia será uma descida do Tejo parcial, em duas fases.
Primeira fase, Vila Velha de Ródão - Barragem do Fratel.
Segunda fase, Barca da Amieira – Praia Fluvial da Ortiga, Mação.

Espero realizar a primeira fase do percurso, interessados consultar aqui:

(Foto: amigosdapagaia.com)

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Nem me apetece escrever muito sobre esta maratona, que a meu ver, já deu tudo o que tinha a dar.

Para começar e como sou sócio do INATEL pretendia recuperar os 4 euros a que tinha direito. Um amigo dirigiu-se ao secretariado para levantar o valor mencionado, tendo sido informado que não tinham dados (nº sócio) a meu respeito, tendo o mesmo sucedido com outro amigo. Resta saber a quantos outros aconteceu o mesmo. Como é óbvio uma exposição do caso já seguiu para o Inatel.

No que toca à maratona propriamente dita, parti novamente da cauda do pelotão e foi sempre andar... até acabar o alcatrão, onde demorei 3 quartos de hora, para fazer 1km com a bicicleta à mão, tal não era o engarrafamento... Seria fácil solucionar este problema caso a organização permitisse a partida faseada. Ora isto não me parece difícil de implementar, uma vez que os controlos estão informatizados. Bastava para tal uma partida faseada.
Segui ao meu próprio ritmo, uma vez que estava por minha conta. Até à ZA1 foi tudo muito bom, parei para ingerir umas belas laranjas e tirar uma foto de praxe ao lado do amigo Bifa. Seguidamente pus-me a caminho das antenas o que até nem correu mal, a subida não era muito íngreme. O pior foi para baixo, na descida acentuada cai no meio de uns xistos, graças ao capacete não me aleijei. Não gostei nada deste single treck, cheio de pedra solta. O piso que se seguiu foi idêntico... pedra, e mais pedra.
Chegado à ZA2 a organização não tinha água. Belo! Como é possível ter-se acabado a água! Pode acabar tudo... mas a água... e esta organização não é principiante, não tem desculpa. Salvou-se a situação no furo de água fresca de um Local 200 metros mais à frente, onde tive a oportunidade de atestar o Camelbak. O percurso que se seguiu foi mais seco e cheio de terra “lavrada” por corta-fogos limpos recentemente. Cheguei rapidamente à ZA3, onde ingeri mais umas laranjas da região, muito boas por sinal. A continuação trouxe-me uns belos estradões de terra batida do melhor piso (bem ao meu gosto), convidativo a grandes velocidades. Por esta altura (Km 70) já a corrente da minha montada estava seca e eu sem óleo. Valeu a ajuda de um camarada que me disponibilizou um pouco. Como é óbvio as zonas de assistência não dispunham de óleo, pois, custa dinheiro... Continuei em frente, sempre só, em direcção à ZA4. Parei para comer laranjas... e pus-me logo a caminho. Sempre a abrir até ao último posto de controlo que antecedia a subida para Portalegre. Terminei com bastante força tendo apresentado o tempo de 7:48 no meu computador da bike.
Resta dizer que nunca tive uma cãibra ou picada em todo o percurso.

Por fim, considero bem mais agradável efectuar o percurso com um camarada do mesmo nível, como aconteceu à dois anos atrás.
Lamentavelmente atribuo nota 2 (1-5) a esta organização, que tudo fez para o merecer.

Bem-haja a todos os Bttistas.


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